Ampla consenso no Parlament para blindar o desarrllo dos esportes náuticos
Ampla consenso no Parlament para blindar o desarrllo dos esportes náuticos

O presidente da Federação, Josep Maria Isern Sala, salientou que o mar é um bem comum e que os portos têm garantir um retorno tangível para a cidadania. “Devemos fazer com que os clubes tenham um retorno social real para a população, e esse retorno é o esporte. Esta é a maneira mais direta e efetiva de transformar uma infraestrutura em serviço público”, afirmou ele
O presidente da Federação Catalã de Vela, Josep Maria Isern e Sala, compareceu à Comissão dos Esportes do Parlament de Catalunya, com a participação do adjunto à Comissão do Território, para expor a situação atual dos esportes de mar e defender uma reforma estrutural que garanta o seu futuro nos portos catalães.
A sessão tem evidenciado um amplo consenso entre as formações políticas sobre a necessidade de proteger o desporto federado no litoral e reforçar a função social dos portos. Também se mostrou uma alta colaboração com a Generalitat de Catalunya para avançar na defesa dos esportes de mar. Catalunha, país de mar e de retorno social Em sua intervenção, Isern lembrou que a Catalunha dispõe de 580 quilômetros de costa e de uma estrutura consolidada de esportes de mar integrada mais de 16 federações e dezenas de milhares de atletas. Apenas este 2025, a Federação Catalana de Vela, reuniu 53.700 federados, gerou mais de 800 competições anuais e implicado 582 profissionais, além de um forte impacto educativo e inclusivo com programas de vela escolar, adaptado e de inserção.

Em sintonia com colegas de outras federações autonômicas, caso das federações de outras comuninades, caso da Galiza, Euski ou Andaluzia, o presidente catalão foi muito claro ao sublinhar que "Não se entende que se possa jogar basquete sem um pavilhão ou futebol sem um campo em condições. Do mesmo modo, não se pode praticar vela ou qualquer esporte de mar sem as instalações adequadas".
Os grupos parlamentares do Parlament concordaram na necessidade de avançar para um quadro normativo que proteja o esporte de mar como elemento estrutural do litoral catalão. A comparecencia tem evidenciado uma vontade transversal de garantir que os portos Continuam a ser espaços abertos, acessíveis e ao serviço do conjunto da cidadania. Neste contexto, também se tem apontado que se estão explorando vias para reforçar o reconhecimento institucional dos clubes náuticos como equipamentos desportivos estratégicos no planejamento desportivo do país.
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